quinta-feira, 7 de outubro de 2021

Roteiro de Leitura Orante do Evangelho 533

Roteiro de Leitura Orante do Evangelho 533

Dia 07/10/2021 | Quinta-feira | N. Senhora do Rosário

Evangelho segundo Lucas (1,26-38)

(1)    Coloque-se em atitude de oração  

·          Escolha um momento adequado e tranquilo/a para a oração

·          Escolha o lugar no qual você se sinta bem

·          Busque uma posição corporal que lhe ajude a concentrar-se

·          Acenda uma vela e tome a bíblia em suas mãos

·          Tome consciência de si mesmo/a e do momento que vivemos

·          Faça silêncio interior e ative o desejo de ouvir a Palavra de Deus

·          Prepare-se ouvindo ou cantando: Do céu desceu um anjo (Clique aqui:  https://www.youtube.com/watch?v=1h2IcN8QPC0)

 

(2)  Leia o texto da Palavra de Deus

·          Leia com toda a atenção o texto de Lucas 1,26-38

·          Leia o texto em voz alta (se achar necessário e for possível)

·          A Igreja sugere este conhecido relato como luz para iluminar e dar significado evangélico memória de Nossa Sra. do Rosário

·          Maria nos é apresentada como expressão original e ideal da pessoa humana, assim como foi pensada e criada por Deus

·          Longe de ser passiva e submissa, Maria aparece como uma mulher que interroga, questiona, reflete e decide

·          Mas o faz no horizonte do querer de Deus, que é vida plena e libertação para seus filhos e filhas

·          O que a Palavra de Deus diz em si mesma?

 

(3)  Medite a Palavra de Deus

·          Procure perceber o que a Palavra de Deus lida e meditada diz a você hoje, nesse momento?

·          Releia atentamente o texto, imaginando-se presente e ativo/a na anunciação, num lugar perdido e obscuro da Galileia

·          Tome como dirigidas a você as palavras do Mensageiro de Deus: “Alegra-te, cheia/o de graça! O Senhor está contigo! Não tenhas medo! Encontraste graça diante de Deus!”

·          Acolha estas palavras como o horizonte e o fundamento da sua vocação e missão na Igreja e no mundo

·          Se achar oportuno e possível, leia as “pistas” (página 3)

 

(4)  Reze com o texto lido e meditado

·          Tome consciência de que este texto é Palavra de Deus

·          Depois de escutar atentamente, agora é sua vez de falar

·          Não mude de assunto, pois sua palavra é sua resposta a Deus

·          Permita que o próprio Deus dirija a sua oração, a sua resposta

·          Não se preocupe com raciocínios e frases bem articuladas

·          Reze dez “Ave-marias”, expressando sua admiração e suas necessidades com as palavras de Gabriel, Isabel e aquelas acrescentadas pela Igreja

·          Procure perceber o que a Palavra de Deus lhe faz dizer a Deus?

 

(5)   Contemple a vida à luz da Palavra

·          Procure contemplar a realidade do mundo com o olhar de Deus

·          Busque meios para colocar em prática o que Deus lhe fala

·          Perceba o que você precisa mudar a partir dessa meditação

·          Responda: O que Deus está pedindo que eu mude ou faça?

 

(6)  Retorne à vida cotidiana

·          Se considerar conveniente, leia, na página seguinte, o subsídio proposto para ajudar na compreensão do texto lido

·          Recite o Pai Nosso e a Ave Maria, ou faça uma oração pessoal que resuma a experiência de oração desse dia.

·          Recite ou cante a invocação: Jesus, Boa Notícia de Deus! Tua Palavra guie os passos meus!

·          Ouça e reze com a canção: Ave Maria, mãe do Salvador, viva esperança do povo sofredor (Clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=trJ89O3AzU0)

·          Assuma um compromisso pessoal de conversão e mudança

 

Pistas sobre Lucas 1,26-38

A celebração de Nossa Senhora do Rosário fui instituída em 1571, pelo Papa Pio V, para lembrar a vitória romana sobre o exército turco nas águas de Lepanto (07.10.1571). Pio V foi também o responsável pela promoção do rosário, como forma de piedade e espiritualidade, estendido e recomendado à Igreja universal em 1716.

Neste texto de Lucas, o papel central é do Anjo Gabriel, e o clima é de intenso júbilo. O Mensageiro de Deus saúda Maria com uma expressão típica para dizer “Esteja bem! Tudo de bom!” E diz que o “charme” (graça) dela encantou o próprio Deus. É claro que o anjo não está se referindo à formosura física, nem à sua possível perfeição moral, mas à sua humanidade, original e sem pecado, como a criação saída das mãos de Deus.

Maria se mostra plenamente acolhedora, disponível e confiante em Deus e à sua vontade. E isso significa que o pecado (egoísmo, ostentação, fechamento, indiferença) não tem lugar em suas decisões, ações e projetos. Ela é a imagem da humanidade como Deus a quis, a pessoa humana na qual brilha a imagem de Deus, conforme foi criada. Sua virgindade não aponta para uma supremacia moral, mas para sua radical pobreza e impotência.

Sendo acolhedora, disponível e serviçal diante da Palavra de Deus, Maria não é uma mulher passiva, sem personalidade. Mostra-se uma mulher atenta e reflexiva. Ela pede explicações, interroga o Anjo, quer compreender. E vai descobrindo lentamente a misteriosa ação que Deus realiza nela e através dela dando beleza, prioridade e grandeza aos humildes e marginalizados.

Dizendo que “o poder do altíssimo a cobrirá com sua sombra”, o Anjo se refere à nuvem/sombra que escondia e manifestava a glória de Deus no êxodo do povo hebreu, e apresenta Maria como tenda da presença de Deus no mundo. Maria prefigura o novo poro de Deus, como o outro, vindo da periferia.

 (Itacir Brassiani msf)

Mensagem para o Dia das Missões

Viver a missão é aventurar-se no cultivo dos mesmos sentimentos de Cristo Jesus e, com Ele, acreditar que a pessoa ao meu lado é também meu irmão, minha irmã. Que o seu amor de compaixão desperte também o nosso e, a todos, nos torne discípulos missionários. Maria, a primeira discípula missionária, faça crescer em todos os batizados o desejo de ser sal e luz nas nossas terras. (Papa Francisco)

Leitura Orante do Evangelho

A Leitura Orante da Palavra de Deus é um exercício para iluminar e para fecundar nossa vida cotidiana com a Palavra de Deus. Pode ser feita individualmente ou em família, em grupo ou em comunidade.

O Papa Bento XVI diz que “ouvir juntos a Palavra de Deus, praticar a Lectio Divina, deixar-se surpreender pela novidade do Evangelho, superar a surdez àquilo que não está de acordo com nossas opiniões ou preconceitos, é um caminho para alcançar a unidade da fé, como resposta à escuta da Palavra”.

Em tempos nos quais o amor ao próximo e a precaução com a saúde impõem restrições à convivência e à movimentação social, a Leitura Orante é um modo de ir além da simples assistência de celebrações virtuais e uma forma evitar que este seja um tempo pesado e estéril.

Os textos propostos aqui são aqueles indicados pela Igreja para a liturgia diária. Pessoas e grupos que desejarem, podem escolher outros textos, desde que tenham uma sequência, seja preparado um roteiro e se evite escolher apenas os textos que agradam mais.

Que a Palavra de Deus encontre em cada um/a de nós um terreno fecundo, e, mesmo nesses tempos inesperadamente difíceis, produza bons e abundantes frutos para a vida do mundo.

Missionários da Sagrada Família

https://misafala.org/ | Passo Fundo/RS

(http://itacir-brassiani.blogspot.com/)

ANO B | TEMPO COMUM | VIGÉSIMO-OITAVO DOMINGO | 10.10.2021

“Existem periferias que estão muito perto de nós!”

A fé é uma caminhada, como o é também nossa eterna luta por um mundo melhor. A estrada do seguimento de Jesus, um caminho que conduz à realização mais profunda que poderíamos desejar, não tem seu preço. Mas o caminho que nos leva ao Reino de Deus tem seu pedágio, e quem descobre e assume sua própria missão no mundo precisa evitar a omissão e jamais pedir demissão. Longe de nos afastar das dores, tensões e buscas da história, a fé nos leva ao seu próprio coração. E isso pede de nós lucidez, coragem e generosidade.

O personagem anônimo apresentado pelo evangelho de hoje é paradigmático. Ao que parece, não lhe falta fervor religioso: corre ao encontro de Jesus, ajoelha-se respeitosamente diante dele, chama-o de bom mestre. Mas Jesus “joga um balde de água fria” no fervor superficial e no orgulho oculto daquele homem. “Só Deus é bom, e ninguém mais”. Depois, remete ao conhecido caminho dos mandamentos: cita cinco sinais que proíbem passagens perigosas e um que mostra a direção obrigatória. O candidato a discípulo se mostra refratário às estradas, pois frequentara apenas os genuflexórios: acha que tem cumprido tudo direitinho.

Para este homem piedoso e rico, a fé não é um caminho a ser percorrido, mas um porto seguro já alcançado, uma aquisição garantida pela moeda da piedade superficial e das leis mesquinhas, centradas nos próprios méritos e indiferente à sorte dos outros. Nem mesmo a referência que Jesus faz ao mandamento de não roubar consegue inquietá-lo. É a típica pessoa que tem a consciência absolutamente tranquila. Seu único desejo é ser reconhecido e aplaudido como bom e irrepreensível.

O amor de Jesus por este homem que parece tão correto e piedoso não o impede de perceber nele uma grande ausência, uma lacuna: “Falta só uma coisa para você fazer: vá, venda tudo, dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me”. Para Jesus, as práticas de piedade e o cumprimento dos mandamentos não atingem sua meta enquanto não nos abrem à partilha e à solidariedade e não nos colocam livres e nus no caminho do discipulado. Como nos lembra o Papa Francisco, “há periferias que estão muito próximas de nós” e não queremos ver (cf. mensagem para o Dia das Missões, 2021).

A reação do homem aparentemente exemplar traz à luz o que ele considerava realmente importante: o reconhecimento público como alguém perfeito e superior ao comum dos mortais; o capital que havia acumulado e que lhe conferia um poder nada desprezível numa Palestina espoliada. Pedindo-lhe que venda seus bens, Jesus não está propondo a pobreza como tal, como se lhe agradasse um estilo de vida miserável. Jesus está pedindo que os bens cumpram sua finalidade legítima: atender solidariamente as necessidades das pessoas humanas, e nada mais. E que ele saia de si mesmo para as periferias que estão sob seu nariz.

Diante das palavras de Jesus, o homem fica abatido e vai embora cheio de tristeza, porque é muito rico. Seu desejo de uma vida humanamente madura e profunda não é tão forte quanto seu amor pelos bens que acumulou. Essa atitude faz Jesus murmurar desconsolado: “Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!” E acrescenta, para escândalo dos discípulos: “É mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus!” E não adianta querermos superar este escândalo diminuindo o tamanho do camelo ou aumentando as dimensões do buraco da agulha.

Apego às riquezas e seguimento de Jesus Cristo não podem andar de mãos dadas. Quando colocamos nossa segurança nos bens, parece-nos difícil empreender travessias. A casa das nossas honras e conquistas nos parece mais segura, e acabamos pensando que os pobres devem sair da miséria com suas próprias forças e meios, cumprir suas obrigações e deixar de exigir direitos. Vender os bens e dar o dinheiro aos pobres é apenas uma etapa, e prepara a opção decisiva: “Depois, venha e siga-me...” Seguir Jesus no enfrentamento das armas ideológicas da morte, na missão de em tudo e sempre amar e servir.

Jesus de Nazaré, missionário enviado pelo Pai para nos conduzir à vida plena! Dá-nos uma mente sábia, que aprecie mais a vida que os bens, e valorize mais a liberdade que os prêmios das loterias e cargos políticos. Desperta em nossas comunidades cristãs a capacidade de ler responsavelmente a história, de identificar nela os problemas, aspirações e esperanças dos pobres e oprimidos. Ajuda-nos a descobrir as periferias que estão bem perto de nós, a sair da nossa autorreferencialidade e a não calar sobre aquilo vimos e ouvimos. Dá-nos; a coragem feminina de Teresa de Ávila e o testemunho de João Bosco Penido Burnier. Assim seja! Amém!

Itacir Brassiani msf

Livro da Sabedoria 7,7-11 | Salmo 89 (90) | Carta de Paulo aos Hebreus 4,12-13 |  Evangelho  de São  Marcos (10,17-30)

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Roteiro de Leitura Orante do Evangelho 532

Roteiro de Leitura Orante do Evangelho 532

Dia 06/10/2021 | 27ª Semana Comum |Quarta-feira

Evangelho segundo Lucas (11,1-4)

(1)     Coloque-se em atitude de oração  

·        Escolha um momento adequado e tranquilo/a para a meditação

·        Escolha o lugar no qual você se sinta bem e não seja interrompido/a

·        Busque uma posição corporal que lhe ajude a concentrar-se

·        Acenda uma vela, e tome a bíblia em suas mãos

·        Tome consciência de si mesmo/a e do momento que vivemos

·        Faça silêncio interior e ative o desejo de ouvir a Palavra de Deus

·        Prepare-se ouvindo ou cantando: Eu vim pra escutar tua Palavra de Clique aqui (Aqui: https://www.youtube.com/watch?v=SCJxnuDsS_A)

 

(2)   Leia o texto da Palavra de Deus

·        Leia com toda a atenção o texto de Lucas 11,1-4

·        Leia o texto em voz alta (se achar necessário e for possível)

·        Estamos no contexto das cenas e ensinamentos de Jesus durante o seu caminho firme e decidido a Jerusalém, onde seria rejeitado

·        Depois de responder ao doutor da lei, que o questionou sobre o maior mandamento, e de corrigir Marta, alguém pede que Jesus ensine a rezar

·        Jesus é um homem de oração, e é dessa relação íntima e pessoal com o Pai que advém sua liberdade profética e sua compaixão solidária

·        Por isso, Jesus não propõe uma oração desligada da vida e da missão, mas como o horizonte e o respiro que mantém os pulmões da missão

·        Também na oração é preciso buscar o reino de deus e sua justiça, subordinando a essa busca todas as outras necessidades e louvores

·        O que a Palavra de Deus diz em si mesma?

 

(3)   Medite a Palavra de Deus

·        Procure perceber o que a Palavra de Deus lida e meditada diz a você hoje, nesse momento?

·        Releia atentamente o texto, procurando acompanhar Jesus em seu momento de diálogo íntimo com o Pai

·        Releia atentamente, e procure compreende com profundidade, a atitude essencial e os pedidos nucleares da oração ensinada por Jesus

·        Como vai sua vida de oração, qual é o conteúdo predominante nas suas súplicas, louvores e intercessões?

·        A realização do Reino de Deus mediante a partilha do pão, o perdão recíproco e a superação das tentações, está no centro da sua oração?

·        Se achar oportuno e possível, leia as “pistas” (página 3)

 

(4)   Reze com o texto lido e meditado

·        Tome consciência de que este texto é Palavra de Deus

·        Depois de escutar atentamente, agora é sua vez de falar

·        Não mude de assunto, pois sua palavra é sua resposta a Deus

·        Permita que o próprio Deus dirija a sua oração, a sua resposta

·        Não se preocupe com raciocínios e frases bem articuladas

·        Repita com o discípulo anônimo, do fundo do seu ser: Senhor, ensina-nos a rezar, como João ensinou os discípulos!

·        Procure perceber o que a Palavra de Deus lhe faz dizer a Deus?

 

(5)    Contemple a vida à luz da Palavra

·        Procure contemplar a realidade do mundo com o olhar de Deus

·        Busque meios para colocar em prática o que Deus lhe fala

·        Perceba o que você precisa mudar a partir dessa meditação

·        Responda: O que Deus está pedindo que eu mude ou faça?

 

(6)   Retorne à vida cotidiana

·        Recite o Pai Nosso e a Ave Maria

·        Recite ou cante a invocação: “Jesus, manso e humilde de coração, fazei o meu coração semelhante ao teu!”

·        Assuma um compromisso pessoal de conversão e mudança

·        Ouça, assista, medite e reze com a Canção de Bodas, do Pe. Zezinho (Clique aqui: https://www.youtube.com/watch?v=O_ktxuRQgak)

·        Assuma um compromisso pessoal de conversão e mudança

 

Pistas sobre Lucas 11,1-4

Depois de acompanhar Jesus em oração, um seguidor lhe pede que ensine o seu segredo aos discípulos. Então, Jesus lhes revela o seu jeito de se relacionar com o Pai. E partilhou a sua experiência. Esta oração é a síntese de seu projeto.

Abbá quer dizer papai querido, tal como as crianças se dirigem a seus pais. É uma relação de confiança, de entrega e de intimidade. É um pai que gera vida, que acolhe e perdoa, que cria para a liberdade. Chamando a Deus de paizinho, reconhecemos também a nossa filiação divina, pois Jesus disse que o seu Pai também é nosso Pai (Jo 20,17).

Santificar o nome de Deus é o desejo de se comprometer com ele, de tornar realidade o seu nome, Abbá. Ser filho e filha desse paizinho nos leva a ter com ele uma relação de confiança e de liberdade, a revelar a sua glória, que se manifesta na vida do povo, especialmente dos mais fracos.

Desejar o Reino é abrir-se para acolher o projeto de justiça e de amor vivido por Jesus, a fim de concretizá-lo aos poucos em nosso dia a dia. Viver segundo o Reino é deixar-se conduzir por seu Espírito, ao ponto de ter vida em abundância e de poder dizer que é Cristo que vive em nós.

Ao colocar o pedido pelo pão no coração de sua oração, Jesus nos mostra que o pão repartido, a economia não acumulada é o centro do projeto de Deus. Definitivamente, a economia está no centro do plano de Deus, uma economia solidária.

O perdão de Deus é incondicional e nos convida a exercer a misericórdia com perdão pleno, garantindo, vida digna a todas as pessoas, não permitindo que as dívidas sejam causa de sofrimento e humilhação. Somente pessoas reconciliadas podem viver relações harmoniosas e de justiça.

Jesus deixou bem claro quais são as principais tentações do maligno e que impedem vivermos conforme as relações do Reino: a ganância da riqueza, a ambição do poder, a glória do prestígio e soluções mágicas para resolver a fome.

 (Ildo Bohn Gass)

Mensagem para o Dia das Missões

A contemplação do testemunho dos missionários impele-nos a ser corajosos e a pedir, com insistência, “ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe”, cientes de que a vocação para a missão não é algo do passado nem uma recordação romântica de outrora. Hoje, Jesus precisa de corações que sejam capazes de viver a vocação como uma verdadeira história de amor, que os faça sair para as periferias do mundo e tornar-se mensageiros e instrumentos de compaixão. (Papa Francisco)

 

Leitura Orante do Evangelho

A Leitura Orante da Palavra de Deus é um exercício para iluminar e para fecundar nossa vida cotidiana com a Palavra de Deus. Pode ser feita individualmente ou em família, em grupo ou em comunidade.

O Papa Bento XVI diz que “ouvir juntos a Palavra de Deus, praticar a Lectio Divina, deixar-se surpreender pela novidade do Evangelho, superar a surdez àquilo que não está de acordo com nossas opiniões ou preconceitos, é um caminho para alcançar a unidade da fé, como resposta à escuta da Palavra”.

Em tempos nos quais o amor ao próximo e a precaução com a saúde impõem restrições à convivência e à movimentação social, a Leitura Orante é um modo de ir além da simples assistência de celebrações virtuais e uma forma evitar que este seja um tempo pesado e estéril.

Os textos propostos aqui são aqueles indicados pela Igreja para a liturgia diária. Pessoas e grupos que desejarem, podem escolher outros textos, desde que tenham uma sequência, seja preparado um roteiro e se evite escolher apenas os textos que agradam mais.

Que a Palavra de Deus encontre em cada um/a de nós um terreno fecundo, e, mesmo nesses tempos inesperadamente difíceis, produza bons e abundantes frutos para a vida do mundo.

Missionários da Sagrada Família

https://misafala.org/ | Passo Fundo/RS

(http://itacir-brassiani.blogspot.com/)