Por
um novo início
Somos todos
convidados/as a começar de novo, deixando para trás uma etapa de autodestruição, mas ainda não desenvolvemos uma consciência universal que
o torne possível. Como nunca antes na história, o destino comum obriga-nos a procurar um novo início. Que o nosso
seja um tempo que se recorde pelo despertar
duma nova reverência face à vida, pela firme resolução de alcançar a
sustentabilidade, pela intensificação da luta em prol da justiça e da paz e
pela jubilosa celebração da vida (§ 207).
É louvável a tarefa de organizações
da sociedade civil que sensibilizam as populações e colaboram de forma crítica,
inclusive utilizando legítimos mecanismos de pressão, para que cada governo cumpra o dever próprio e não-delegável de preservar o
meio ambiente e os recursos naturais do seu país, sem se vender a espúrios
interesses locais ou internacionais (§ 38).
Através de organismos não-governamentais e associações, a sociedade, deve forçar os governos a
desenvolver normas, procedimentos e controles mais rigorosos. Se os
cidadãos não controlam o poder político também não é possível combater os danos
ambientais (§ 179).
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